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	<title>Comitê de Solidariedade</title>
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		<title>Comitê de Solidariedade ao Haiti se reúne na UFPR</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 17:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Comitê]]></category>

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		<description><![CDATA[O Comitê de Solidariedade ao Haiti se reuniu na segunda-feira, na Reitoria da UFPR, em Curitiba, para apresentar projetos para aquele país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> O Comitê de Solidariedade ao Haiti se reuniu na segunda-feira, na Reitoria da UFPR, em Curitiba, para apresentar projetos para aquele país, entre os quais a criação de um centro tecnológico e a possibilidade de que estudantes haitianos possam concluir no Brasil os cursos que foram obrigados a interromper por causa do terremoto.<br />
   <br />
Paulino Motter, pró-reitor de Planejamento e Administração da Unila, que também faz parte do comitê (formado 16 instituições, incluindo Itaipu e UFPR), informou que há um prédio no Haiti pouco afetado pelo terremoto que poderá ser utilizado como sede do centro tecnológico. </p>
<p> <img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-403" title="imagem noticia" src="http://www.comitehaiti.com.br/wp-content/uploads/2010/08/imagem-noticia2-270x180.jpg" alt="" width="270" height="180" /> </p>
<p>Participaram da reunião, por Itaipu, a coordenadora de Responsabilidade Social, Heloisa Covolan, e a arquiteta Cassiana Pizzatto. O coordenador de Energias Renováveis, Cícero Bley Jr, e a arquiteta Luciana Lobo estavam em Brasília, no mesmo dia, para se reunir com a Agência Brasileira de Cooperação onde discutiram detalhes do projeto de implantação do parque tecnológico no Haiti, cujo foco inicial seria o aproveitamento dos dejetos do terremoto na construção de moradias e o uso de energias renováveis.<br />
  <br />
Pelos programas já definidos pelo Comitê, a UFPR poderia colaborar em áreas como de reciclagem e de energias renováveis e ajudar a desenvolver novos processos de fonte energética.</p>
<p>Para o reitor Zaki Akel Sobrinho, há pelo menos cinco pontos em que os pesquisadores poderiam contribuir, como fornecer tecnologia para a construção de moradias populares, colaborar na formação de mão-de-obra na área de construção, repassar a tecnologia de energia renovável utilizando a cana-de-açúcar, formar professores, através da educação a distância e levar cursos de português para estrangeiros.</p>
<p>Para o professor Mauro Lacerda, diretor do Setor de Tecnologia, o primeiro passo deverá ser a instituição de um sistema de construção, porque sete meses depois do terremoto ainda há 1,5 milhão de haitianos sem casa. &#8220;No momento em que você dá um endereço, melhora a autoestima e cria condições para que os haitianos voltem a trabalhar&#8221;, destacou o professor.<br />
   <br />
O pesquisador disse ainda que tecnologia para isso a UFPR dispõe. O que é necessário neste momento é ver quem são os parceiros que estão no Haiti para poder implantar o sistema.<br />
   <br />
O governo federal dará suporte financeiro para que os projetos sejam implantados. Para que estudantes haitianos venham ao Brasil, a Capes está concedendo bolsas de estudo.<br />
   <br />
O pró-reitor da Unila explicou que a Unicamp já abriu 150 vagas e outro número semelhante foi aberto pela Universidade Estadual de Londrina, para que esses estudantes que ainda estão sem estudar possam dar sequência aos cursos. A Unila também receberá jovens de lá a partir do próximo ano. Dois novos encontros serão marcados na UFPR para decidir a participação da instituição no comitê.</p>
<p><em>Fonte: JIE – Itaipu Binacional</em></p>
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		<title>Comitê já arrecadou R$ 76 mil</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 17:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faça sua doação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Comitê]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação de contas]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
A solidariedade dos empregados já rendeu R$ 76 mil para ajudar na reconstrução do Haiti. Os recursos serão investidos na instalação de um pequeno parque tecnológico no país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A solidariedade dos empregados já rendeu R$ 76 mil para ajudar na reconstrução do Haiti. Esse foi o valor arrecadado até agora pelo Comitê de Solidariedade ao Haiti, formado pela binacional e outras 15 instituições. Desde fevereiro, o grupo arrecada contribuições para ajudar na recuperação do país caribenho, atingido por um terremoto no dia 12 de janeiro deste ano.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://jie.itaipu/jie/files/files2009/image/20100706/haiti2.jpg" alt="" width="550" height="365" /></p>
<p> Em Itaipu, as doações foram feitas por 229 empregados, diretores e um conselheiro da Itaipu, além de empregados da Fibra e outros colegas aposentados. Estão incluídas neste montante as doações do Sindicado dos Engenheiros (Senge), Foz do Iguaçu, e do Sindicato dos Eletricitários de Foz do Iguaçu (Sinefi). A Fundação PTI também destina parte do valor pago pelos visitantes à usina de Itaipu em um domingo de cada mês até este mês de julho.</p>
<p>Segundo a coordenadora de Responsabilidade Social, Heloisa Covolan, que representa a Itaipu no Comitê, os recursos serão investidos de forma planejada, num projeto que traga benefício permanente ao povo haitiano. “Esta sempre foi nossa maior preocupação, assim como deixar claro a destinação dos recursos”, enfatizou.<br />
  <br />
<strong>Parque tecnológico no Haiti</strong><br />
   <br />
Os recursos serão investidos na instalação de um pequeno parque tecnológico no país, tomando por base a experiência de criação do Parque Tecnológico Itaipu (PTI). O objetivo será capacitar os haitianos em empreendedorismo na área da construção civil a partir da reciclagem de entulho e em energias renováveis a partir da madeira reciclada para substituir o carvão vegetal, que é largamente utilizado pela sociedade local. A prática tem dizimado as florestas do país.<br />
   <br />
O superintendente de Energias Renováveis, Cícero Bley Jr., esteve no Haiti em maio, representando todas as instituições que compõem o Comitê. “O projeto que apresentamos já recebeu a aprovação do governo brasileiro, mas ainda aguardamos as determinações do governo do Haiti”, informou Cícero, representante, no Comitê, do Centro Internacional de Hidroinformática e o Observatório de Energias Renováveis para a América Latina.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://jie.itaipu/jie/files/files2009/image/20100706/haiti1.jpg" alt="" width="550" height="325" /> </p>
<p>O projeto terá o apoio do Ministério da Educação brasileiro. &#8220;Além de levar conhecimento para ajudar na reconstrução do país, esta é uma oportunidade para que todos empregados de Itaipu e das instituições parceiras do Comitê possam dar sua colaboração por meio de sua vivência e conhecimento&#8221;, acrescentou Cícero Bley.<br />
  <br />
<strong>Novas colaborações</strong><br />
   <br />
Quem quiser ajudar o Haiti, ainda pode colaborar. Depósitos podem ser feitos na conta 327-5, agência 2687, da Caixa Econômica Federal (banco 104 e operação 013, para transferências eletrônicas).</p>
<p><em>Fonte: JIE &#8211; Itaipu Binacional</em></p>
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		<title>As primeiras horas de Cicero Bley no Haiti</title>
		<link>http://www.comitehaiti.com.br/noticias/as-primeiras-horas-de-cicero-bley-no-haiti/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 17:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos]]></category>

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		<description><![CDATA[“No percurso entre o aeroporto e a casa tive os primeiros 40 minutos do Haiti real. Foram terríveis, não há outra palavra.” Confira na íntegra o depoimento de Cícero Bley diretamente de Porto Príncipe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Representando o Comitê na missão comandada pela Agência Brasileira de Cooperação, Cicero Bley escreveu, diretamente de Porto Príncipe, depoimento das primeiras horas em solo haitiano. Confira.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img title="Missão Brasileira no Haiti" src="http://jie.itaipu/jie/files/files2009/image/20100505/ciceromoto_missao.jpg" alt="" width="550" height="338" /><p class="wp-caption-text">Cícero faz parte de uma equipe que está levantando dados para a possível implementação de projeto do Grupo Moradia, proposto por Itaipu para a ABC.</p></div>
<p>Colegas da Itaipu e do Comitê Solidariedade ao Haiti,</p>
<p>Uma hora e meia de voo de Miami, através do mar azul turquesa do Caribe, passando em cima da ponta da ilha de Cuba, aterrisamos em Porto Príncipe. O aeroporto, uma instalação reconstruída pela Marinha Americana 15 dias depois do terremoto, é um acampamento improvisado, desorganizado, cheio de materiais e sucatas de equipamentos velhos e lixo por toda parte. A alfândega, um barracão de zinco e dentro cinco guichês improvisados de madeira e uma esteira rolante. A descarga das bagagens é manual e por fora do barracão. Malas individuais, malas de missões humanitárias, containeres com materiais médicos, tudo atirado na esteira pela turma da descarga. A operação com bagagens de mais de 200 pessoas levou um tempo praticamente igual ao tempo de voo. Uma hora e vinte dentro do barracão sob sol caribenho de 35 graus.</p>
<p>Do aeroporto fomos primeiro para a casa oficial do Embaixador Brasileiro Igor Kipman e a embaixatriz Rosana que nos receberam no melhor estilo brasileiro, calorosa acolhida. Na varanda da casa em três níveis, bem tropical, com suco e biscoito. No percurso entre o aeroporto, que fica ao nível do mar e a casa que fica num bairro de finas residências, numa encosta, tive os primeiros 40 minutos do Haiti real. Foram terríveis, não há outra palavra. Subimos por ruas super estreitas, todas de mão dupla, com carros caindo aos pedaços. Muita gente andando nas ruas e nas calcadas. Um micro-comércio super intenso, em tendas minúsculas, com oferta de tudo. Alimentos, frutas, remédio e utensílios de tudo quanto é tipo. Cheguei a ver óleo lubrificante vendido em pequenos frascos, gasolina e diesel em potes de plástico. Entulhos de construções demolidas por todos os lados das ruas. Suspeita-se com evidências pelo tamanho dos montes de entulhos, que ainda há corpos soterrados, além dos 230 mil retirados e enterrados em valas comuns abertas com escavadeiras nos espaços possíveis.</p>
<p>Nos pequenos sobrados de dois andares com frente em cima da calçada, estão instalados os serviços de toda natureza, como salões de beleza, barbearias, casas de cambio, vendas de secos e molhados e igrejas. Muitas igrejas. Acho que vi todas as Pentecostais conhecidas e outras inventadas por aqui e também a Igreja Católica. Vi ainda alguns Centros Espíritas de denominações africanas. Praticamente em cada quadra uma oferta religiosa. Nos micro-ônibus e lotações, são pintadas algumas citações bíblicas, ou uma alusão a Cristo e a Deus. Um oficial da Embaixada chegou a nos dizer que “o excesso de religiosidade levou esse povo a mais profunda desagregação enquanto nação”. Eu cá tenho minhas dúvidas, se este excesso de ligação com o sagrado, não é a única maneira humana de suportar tamanha desgraça.</p>
<p>Vê-se que a demolição do estado haitiano é tanto física pelo terremoto, como política pela degradante escalada da corrupção praticada durante décadas, como parte de uma estratégia de enfraquecimento do País. Parece que tudo está ligado ao fato da independência ter sido realizada por escravos negros e pobres, que depois da libertação ainda foram obrigados a pagar a França pelos “gastos com o desenvolvimento antes da independência”. Fizeram isto para poder existir entre as nações unidas e literalmente demoliram a economia interna. Enquanto o FMI – Fundo Monetário Internacional aplicava aqui, na íntegra, a teoria do estado mínimo que tão bem conhecemos e que acabou de desestruturar completamente as instituições. Ministérios e vários serviços existem no papel, mas não são encontrados. Nesta fase, bem antes do terremoto de 12 de janeiro, até o exército foi extinto. Quando isso aconteceu quem estava por perto simplesmente pegou armas e munições e as levou para casa. A partir daí começaram a aparecer as milícias e com essas os assaltos e sequestros em várias intensidades. Instalou-se a barbárie e foi dai a ONU teve que intervir, enviando tropas inclusive a brasileira, de quem ouvimos esses registros e relatos históricos.</p>
<p>Para aprofundar pode-se ler o livro A República Negra, de Luiz Kawaguti,  jornalista da Folha de São Paulo, que passou um tempo estudando esta história do haiti.</p>
<p>Da casa do Embaixador, mais meia hora e chegamos à Embaixada do Brasil, que por ter seu prédio principal ser atingido pelo terremoto e estar em reforma, foi improvisada no Centro Cultural Brasil, aonde em tempos normais eram oferecidas várias atividades como aulas de português, capoeira, musica e cultura brasileira. Tudo instalado em total improvisação. Numa sala de aula fizemos a primeira reunião da missão de oito pessoas do Brasil representando varias instituições. Eu me apresentei representando o Comitê de Empregados da Itaipu, para a Solidariedade ao Haiti.</p>
<p>Na praça em frente a Embaixada Brasileira estão acampadas 3 mil pessoas. Quase a população de Entre Rios Do Oeste. Com barracas doadas e improvisadas de todo tipo de lonas, a praça é ao mesmo tempo dormitório, refeitório e banheiro. Número um em qualquer lugar, número dois, quando dá,  em banheiros químicos cujas portas são lonas penduradas. Esgoto a céu aberto e lixo por todo canto. Um cheiro terrível.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-386 aligncenter" title="Imagem Haiti por Cicero" src="http://www.comitehaiti.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Imagem-Haiti-por-Cicero.bmp" alt="" width="492" height="499" /></p>
<p>Uns quinhentos metros mais acima da colina há outra praça. Esta com 10 mil desabrigados nas mesmas condições. Fui ali falar com o pessoal e me contaram que alguns deles ainda tem casas inteiras, ou semi demolidas, mas moram ali porque já se anunciou que está a caminho um novo terremoto, que ninguém sabe quando ocorrerá. Diante disso, preferem morar nas barracas nas praças, ruas, campos de futebol e terrenos na frente das próprias casas, do que voltar a morar dentro das casas convencionais. O pessoal entende isto, como a “síndrome do concreto”. A cultura de construção civil por aqui gerou edificações muito pesadas nas lajes e muito frágeis nos pés-direitos, construídas com agregados redondos, cimento fraco, areia do mar, água salobra e ferragens inadequadas. Ou seja, um terremotinho colocaria a maioria a baixo.</p>
<p>Um milhão e meio de pessoas vivem nestas condições.</p>
<p>No meio da multidão vi muitas crianças todas arrumadinhas indo para a escola. Às vezes levadas pelas mães, às vezes agarradas umas as outras, como num comboio. Cada escola com seus uniformes próprios. Vermelhos, azuis, verdes. Tudo combinando na cor, inclusive os vários tipos de laços nos cabelos. Vão para escolas pagas, o que obriga os mais pobres a alternar a frequência as aulas. Num ano vai um filho e no outro vai o outro, para que todos possam ter acesso a um mínimo de educação. E isto sem nenhuma programação, nenhum incentivo de governo. Espontânea freação popular e crença inabalável no futuro.</p>
<p>A partir daí comecei a perceber que o povo, de maioria absoluta negra, é muito bonito. Mulheres, homens e crianças apresentam uma altivez e uma grande dignidade. Estão atentos a tudo o que se passa em volta, como que permanentemente ameaçados.. Não gostam de ser fotografados, levamos algumas broncas e tivemos que fotografar de dentro do carro com janelas fechadas. Mas de maneira geral são amistosos, creio que suportam bem os brancos que de repente invadiram suas ruas. São 290 ONGs cadastradas na Minustah – como é conhecida a coordenação da ONU que tudo organiza e controla e dizem que somam mais de 10 mil ONGs com vários tipos de ajuda humanitária, procurando sintonia com o povo.</p>
<p>Vendo o mundo se mobilizando efetivamente (até em excesso) para ajudar de fato os haitianos a suportar a desgraça (isto, como empregados da Itaipu, nos inclui integralmente nesta ação humanitária).</p>
<p>Vendo um povo mantendo alegria e dignidade no olhar e no porte físico, apesar das mutilações e de todo medo que sofreu e sofre.</p>
<p>Vendo a criançada, meninos, meninas indo para as escolas, com as famílias acreditando e investindo na educação como maneira de salvar, pelo menos as novas gerações.</p>
<p>Eu renovo minhas esperanças de viver em um mundo diferente.</p>
<p>And I think to myself, what a wonderfull world.</p>
<p><em>Por Cicero Bley </em></p>
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		<title>Haiti ainda precisa de ajuda</title>
		<link>http://www.comitehaiti.com.br/participe/haiti-ainda-precisa-de-ajuda/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 17:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faça sua doação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Comitê]]></category>

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		<description><![CDATA[O problema no Haiti ainda é grave. O povo haitiano precisa da nossa ajuda. O Comitê de Solidariedade ao Haiti pede nossa solidariedade em dobro. Contribuição extra que pode vir da PR. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-small;"><img class="alignnone size-full wp-image-361" title="Ajude Haiti" src="http://www.comitehaiti.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Ajude-Haiti.bmp" alt="" /></span></p>
<p>    O problema no Haiti ainda é grave. O povo haitiano precisa da nossa ajuda. O Comitê de Solidariedade ao Haiti pede nossa solidariedade em dobro. Contribuição extra que pode vir da PR. &#8220;Que tal aproveitar o bolso cheio e fazer um aporte nesta ajuda financeira?&#8221;. O pedido é feito pela coordenadora de Responsabilidade Social, Heloisa Covolan.<br />
   Passados mais de três meses do terremoto que devastou o país, em 12 de janeiro, a situação do saneamento básico no país até piorou, segundo o superintendente de Energias Renováveis, Cícero Bley, que representará o comitê em uma missão ao Haiti comandada pela Agência Brasileira de Cooperação, entre os dias 2 e 9 de maio.</p>
<p>    As contribuições podem ser depositadas na conta oficial da campanha, na Caixa Econômica Federal (banco 104), agência 2687, conta 327-5, operação 013. O CNPJ é 75.431.445/0001-25.</p>
<p>    A manutenção de doações é fundamental, alerta Cícero. “Com o agravamento da situação sanitária, as epidemias estão aumentando. A imprensa vem noticiando catástrofes semelhantes no México e no Chile. O povo haitiano não pode cair no esquecimento. O processo de reconstrução do país levará pelo menos 10 anos”, lembrou.<br />
    O terremoto deixpou um saldo de 200 mortos e dois milhões de pessoas desabrigadas.</p>
<p>    A colaboração financeira dos empregados ajuda a custear as ações do comitê as contas da campanha.</p>
<p><em>Fonte: JIE &#8211; Itaipu Binacional</em></p>
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		<title>Comitê divulga novo balanço</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 17:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação de contas]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que a campanha de arrecadação foi lançada, em 4 de fevereiro, já foram depositados R$ 41.716,18 em contribuições na conta bancária aberta especificamente para esse fim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Arial;"></span></div>
<p><span style="font-family: Arial;"></p>
<p dir="ltr">Desde que a campanha de arrecadação foi lançada, em 4 de fevereiro, já foram depositados R$ 41.716,18 em contribuições na conta bancária aberta especificamente para esse fim.</p>
<p dir="ltr">Esse total é composto por:</p>
<p dir="ltr">R$ 30.471,00 &#8211; desconto em folha de pagamento em fevereiro, março e abril empregados da Itaipu</p>
<p dir="ltr">R$ 1.200,00 &#8211; desconto em folha de pagamento em fevereiro, março e abril empregados da Fibra</p>
<p dir="ltr">R$ 3.270,00 &#8211; contribuição de assistidos da Fibra</p>
<p dir="ltr">R$ 1.580,28 &#8211; doação do Senge/Foz do Iguaçu</p>
<p dir="ltr">R$ 2.500,00 &#8211; doação do Sinefi</p>
<p dir="ltr">R$ 2.609,75 &#8211; doações pessoais não identificadas realizadas em casas lotéricas, caixas eletrônicos, agências bancárias e pela internet</p>
<p>R$ 85,15 &#8211; rendimento da poupança sobre o montante</p>
<p><em>Fonte: Comitê de Solidariedade ao Haiti</em></p>
<p></span></p>
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		<title>Com mutirão habitacional, Itaipu vai ajudar a reconstruir Haiti</title>
		<link>http://www.comitehaiti.com.br/noticias/com-mutirao-habitacional-itaipu-vai-ajudar-a-reconstruir-haiti/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 16:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Comitê]]></category>

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		<description><![CDATA[O Comitê de Solidariedade ao Haiti, formado por Itaipu e 15 instituições parceiras, vai coordenar um mutirão de construção de moradias em solo haitiano. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Solidariedade ao Haiti, formado por Itaipu e 15 instituições parceiras, vai coordenar um mutirão de construção de moradias em solo haitiano.  As casas terão como matéria-prima os escombros provocados pelo terremoto que desvastou o país. Com a ação, o que se pretende é limpar a cidade de Porto Príncipe, construir moradias e levantar a auto-estima dos haitianos.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><img src="http://jie.itaipu/jie/files/files2009/image/20100330/haitiforevergente.jpg" alt="" width="550" height="335" /><p class="wp-caption-text">Na segunda-feira, o Comitê de Soliedariedade ao Haiti se reuniu em video-conferência.</p></div>
<p>“É importante que o trabalho seja feito em forma de mutirão”, disse superintendente de Energias Renováveis, Cícero Bley. “O povo haitiano tem que se sentir útil para construir o próprio país”. Cícero vai representar o comitê em uma missão comandada pela Agência Brasileira de Cooperação, entre 2 e 9 de maio, no Haiti.</p>
<p>De acordo com ele, mais de cem pessoas, do Movimento dos Pequenos Agricultores, estão no Haiti dispostas a trabalhar na reconstrução. “Já temos gente para mobilizar o mutirão”, afirmou. É provável que uma empresa de São Paulo venda, a preço simbólico, a máquina usada para triturar os escombros. A usina de reciclagem deve ser implantada nos próximos três meses e começa a operar em quatro.</p>
<p>“Depois dos problemas da alimentação, saúde, provimento de água, questões mais imediatas, pensamos na próxima necessidade do Haiti”, explicou a coordenadora de Responsabilidade Social, Heloísa Covolan. O projeto vai usar a experiência de Itaipu não só na construção civil, mas também no trabalho em sistema de mutirão, muitas vezes utilizado nas ações na Bacia do Paraná 3.</p>
<p>Segundo os representantes do comitê, a tragédia do Haiti ajudou a alertar o mundo sobre a situação daquele país miserável já antes do terremoto. O comitê tem a duração de um ano, mas novos projetos podem ser lançados, contou Heloísa. “O tempo passa, mas a situação permanece. Nós não vamos nos esquecer do Haiti”.</p>
<p><strong>Ajude o Haiti</strong></p>
<p>A colaboração financeira dos empregados de Itaipu é fundamental para custear as ações do comitê. Até agora foram arrecadados mais de R$ 26.051, entre descontos em folha de empregados e assistidos, contribuições dos sindicatos e do Complexo Turístico de Itaipu. Os descontos em folha seguem até setembro – 227 empregados, totalizando uma quantia de R$ 8.815 por mês, já ajudam o Haiti. Quem quiser fazer parte desta corrente, pode entrar em contato com a coordenadora do Programa Força Voluntária, Lilian Paparella (ramal 4316), e autorizar o desconto mensal na folha de pagamento.</p>
<p><em>Fonte: JIE &#8211; Itaipu Binacional</em></p>
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		<title>Fundação Parque Tecnológico Itaipu divulga sua arrecadação</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 16:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Comitê]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação de contas]]></category>

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		<description><![CDATA[Complexo Turístico Itaipu já arrecadou mais de R$ 4 mil para a campanha do Haiti]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No terceiro domingo de março (21), os turistas que passaram pelos atrativos do Complexo Turístico Itaipu também ajudaram com a  campanha em favor do Haiti. Parte dos recursos arrecadados com a venda de ingressos foi destinada para a Campanha de Solidariedade ao Haiti. O montante revertido para a conta corrente da campanha foi de R$ 2.236,50.</p>
<p style="text-align: justify;">No total, 885 turistas contribuíram:  606 com R$ 3 e 279 com R$ 1,50 (nas meias entradas) cada. O valor destinado à campanha foi o mesmo para todos os passeios (Visita Panorâmica, Circuito Especial, Refúgio Biológico Bela Vista e Ecomuseu).</p>
<p style="text-align: justify;">A arrecadação é uma das ações definidas pela Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI), instituição responsável pela administração do CTI, para ajudar na campanha. Em um domingo por mês, até julho, de cada ingresso vendido pelo preço integral, R$ 3,00 serão revertidos para a Campanha. Já para a venda de ingressos com desconto, o valor destinado será de R$ 1,50.</p>
<p style="text-align: justify;">Em fevereiro, primeiro mês da ação, o valor destinado foi de R$ 2.085,00. As próximas arrecadações para a campanha serão realizadas nos dias 25 de abril, 23 de maio, 20 de junho e 25 de julho.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: Fundação PTI</em></p>
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		<title>Comitê divulga primeiro balanço das contribuições</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 21:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Comitê]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação de contas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de R$ 10.400,00 em contribuições já foram arrecadados para ajuda ao povo haitiano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que a campanha de arrecadação foi lançada, em 4 de fevereiro, já foram depositados R$ 10.457,18 em contribuições na conta bancária aberta especificamente para esse fim.</p>
<p>Desse total, R$ 449,75 são procedentes de doações pessoais não identificadas realizadas em casas lotéricas, caixas eletrônicos, agências bancárias e pela internet. Por meio de desconto em folha de pagamento no mês de fevereiro, os empregados da Fibra doaram R$ 400,00 e os da Itaipu, R$ 8.815,00. O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná &#8211; Diretoria Regional de Foz do Iguaçu fez uma doação de R$ 1.580,28. E R$ 2,15 provêem de rendimento da poupança.</p>
<p>Frente a esses resultados, reiteramos que a corrente não pode parar. Seu gesto faz a diferença!</p>
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		<title>UFPR vai arrecadar fundos para o Haiti</title>
		<link>http://www.comitehaiti.com.br/noticias/ufpr-vai-arrecadar-fundos-para-o-haiti-5/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 19:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Comitê]]></category>

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		<description><![CDATA[A Universidade Federal do Paraná deve começar nos próximos dias uma campanha de arrecadação de doações para o Haiti.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Federal do Paraná deve começar nos próximos dias uma campanha de arrecadação de doações para o Haiti. E também vai contribuir com tecnologia para reconstrução do país, segundo o reitor Zaki Akel Sobrinho.</p>
<p>Em solenidade na última sexta-feira, o reitor assinou a adesão oficial da UFPR no Comitê de Solidariedade ao Haiti, que agora conta com 16 instituições, entre as quais Itaipu.</p>
<p>O diretor-geral brasileiro, Jorge Samek, que participou da solenidade, em Curitiba, disse que, com a entrada da UFPR, o comitê ganha um reforço importante para somar tecnologias que possibilitem encontrar as melhores formas de reconstruir o país caribenho.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-283" title="SOLENIDADE UFPR" src="http://www.comitehaiti.com.br/wp-content/uploads/2010/03/SOLENIDADE-UFPR1.bmp" alt="" /></p>
<p>A UFPR já vinha atuando na tragédia do Haiti, com uma equipe multidisciplinar de pesquisadores do Centro de Apoio Científico em Desastres (Cenacid). O coordenador do Centro, Renato Lima, viajou ao Haiti um mês após do terremoto e foi testemunha ocular da devastação do país. &#8220;É uma coisa que às vezes você olha e acha que não tem solução&#8221;, testemunhou. &#8220;Mas precisamos dar um primeiro passo. O Haiti precisa de uma mobilização global, e uma mobilização que tenha continuidade. O Brasil hoje é referência no país e tem total condições de encabeçar essa mobilização&#8221;, concluiu.</p>
<p>Em seu discurso, durante a solenidade, Zaki Akel também lembrou a morte de Zilda Arns, que faleceu durante o tremor no Haiti. &#8220;Uma tragédia que levou uma pessoa paradigmática em solidariedade e amor ao próximo&#8221;, lamentou o reitor.</p>
<p><em>Fonte: JIE &#8211; Itaipu Binacional</em></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></p>
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		<title>Em reunião, BID decide perdoar dívida do Haiti</title>
		<link>http://www.comitehaiti.com.br/noticias/em-reuniao-bid-decide-perdoar-divida-do-haiti/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 19:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sartor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Haiti]]></category>

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		<description><![CDATA[O Haiti, principal acionista do BID, verá sua dívida de 479 milhões de dólares perdoada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os 48 membros do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) chegaram a um acordo de princípio nesta segunda-feira para a ampliação de capital de 70 bilhões de dólares para a instituição, que espera assim quase duplicar a capacidade de crédito. O Haiti, a grande causa humanitária dos Estados Unidos, principal acionista do BID, verá sua dívida de 479 milhões de dólares perdoada, informou o presidente da assembleia de ministros do banco, o ministro colombiano da Fazenda, Oscar Zuluaga.</p>
<p>Além disso, o país mais pobre do continente poderá receber 200 milhões de dólares em doações a cada ano, durante uma década. A ampliação foi acordada por um comitê negociador dos ministros e precisa ser aprovada pelo plenário da assembleia anual ainda nesta segunda-feira, explicou Zuluaga.</p>
<p>&#8220;Esperamos poder cumprir o objetivo de 12 bilhões de dólares de desembolsos por ano&#8221;, disse o colombiano, que praticamente duplicaria a capacidade média de empréstimo do BID, o principal banco multilateral na América Latina e Caribe. Washington conseguiu impor uma redução de 10 bilhões de dólares ao valor de US$ 80 bilhões que era desejado pelo restante da América Latina e Caribe, após uma maratona de negociações.</p>
<p>Os Estados Unidos queriam o melhor tratamento possível para o Haiti, mas isto implicava perdoar a dívida a partir dos fundos próprios do Banco, que obtia recursos com obrigações nos mercados e obtendo créditos de seus empréstimos.</p>
<p><em>Fonte: Terra &#8211; Notícias</em></p>
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